quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Quente.


Acordei inspirado.
Nem muito feliz,nem muito triste. Calado.
O sol beijou-me os olhos. Deixou-me o mormaço.
Estava quente.
Assim como olhar para seu lado ausente.
Quente.
Assim como a alma que resnace o presente.

O toque das mãos é algo vazio.
Aquele abraço, aquele carinho,
No peito é macio. Diferente.

Em chamas de paixão, o fogo ardente
- compele a pele, segue quente.
Quente.

E essa saudade que aperta.
Infeliz, a vida continua.
Enfim, brotam flores, lá vem a primavera.
Porém, algumas dores.

Lembranças tristes, cinzas e incolores.
Infelizes, infelizes....

Dores.

Só.


- saudades, Bart. (:
Quente.


Como no Piauí.

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